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Mercado internacional é opção para pequenas e médias empresas

Expandir os negócios para o mercado internacional se tornou uma opção para pequenos e médios empresários. O dólar em torno de R$ 5 tornou os produtos nacionais mais atrativos em outros países, atraindo mais compradores. Dessa forma, ao investir em exportações, as empresas se tornam mais competitivas e com mais chances de aumentar os lucros e resultados.

Além da cotação do câmbio, outros fatores devem ser considerados ao analisar o mercado, como o cenário do comércio exterior. Até a segunda semana deste mês de maio, a balança comercial brasileira fechou com superávit de US$ 22,89 bilhões, no acumulado do ano. Isso foi reflexo do crescimento de 20% das exportações, que somaram US$ 115,52 bilhões, e do aumento de 27,6% das importações, que totalizaram US$ 92,62 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

“Grande parte deste valor nas exportações brasileiras é representada pelas commodities. Considerando mercadorias industrializadas, neste momento, temos um dólar favorável às exportações, mas devido a pandemia, enfrentamos muitos problemas na logística internacional”, explica Gregorio Gheorghiu, diretor operacional de exportação da Windlog, empresa especialista em logística.

Em maio, o desempenho das exportações, até a segunda semana, mostrou crescimento de 2,8% na Agropecuária (que somou US$ 3,71 bilhões), de 5,6% na Indústria Extrativa (que chegou a US$ 3,07 bilhões) e de 22,7% na Indústria de Transformação (com US$ 7,22 bilhões).

Para  iniciar no mercado internacional de exportações, é preciso ter um grande ponto de atenção e se preparar para atender aos padrões internacionais. Com isso, a empresa se torna mais competitiva, melhorando a imagem da marca frente a clientes, fornecedores e bancos.

“É preciso ter bom conhecimento dos Incoterms para saber as responsabilidades de cada parte envolvida na operação. A empresa deve estar registrada no RADAR como exportador. É essencial também checar com o seu banco ou corretora os documentos necessários e cuidados relacionados ao fechamento de câmbio”, afirma o diretor.

A internacionalização de empresas pode elevar o pequeno ou médio negócio a um outro patamar, porém esse é um passo que precisa ser muito bem planejado. Antes de investir na internacionalização, é preciso ter clareza de qual é o melhor país e qual o mercado mais adequado. É fundamental conhecer também as leis e normas que regulamentam as exportações nos países em que se deseja investir.

Para que a internacionalização ocorra com sucesso, é importante analisar essas e outras questões, e contar com o apoio de um especialista nesse primeiro momento pode fazer toda a diferença. “A Windlog possui profissionais capacitados e com larga experiência neste assunto. Temos excelente relacionamento com as companhias aéreas e os armadores, para buscar sempre os melhores preços e condições”, conclui Gheorghiu.

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Balança comercial registra superávit nas primeiras semanas de março

O Brasil registrou um superávit de US$ 3,605 bilhões na balança comercial durante a as primeiras duas semanas de março.  Foram US$ 11,702 bilhões em exportações e US$ 8,097 bilhões em importações no período.

A média diária da balança mensal está 60% acima de março de 2021, com um resultado de US$ 450 milhões. Ainda comparando com o ano passado, houve crescimento nos setores de Agropecuária, Indústria extrativa e Indústria de transformação. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia divulgados na última segunda-feira, 14/03.

Rodrigo Cabreira
Consultor técnico operacional

Os números reforçam a tendência da retomada do setor logístico, que foi impactado com a pandemia. Com isso, espera-se que haja um crescimento na demanda dos transportes como um todo, seja pelos modais aéreo, marítimo ou rodoviário. Por isso, o planejamento é essencial para evitar custos e gastos desnecessários, bem como contar como uma assessoria especializada.

“A assessoria de processos internos é indicada a todos que buscam melhorias de performance e mão de obra especializada. As ações são totalmente personalizáveis conforme a necessidade de cada cliente, buscando sempre aprimorar os processos e promover melhorias de desempenho e competitividade logística”, afirma Rodrigo Cabreira, consultor técnico operacional da Windlog, empresa especialista em logística.

Entre as diversas atividades que englobam a assessoria de processos estão assuntos domésticos, como o auxílio com pedidos de compra, análise e aprovação de documentos e o controle logístico interno, até o agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro, como cotação internacional, coordenação de embarques e liberação aduaneira.

“Somos um braço de apoio operacional aos nossos clientes. O cliente passa a exercer função gerencial dos processos deixando a parte operacional e de análise a cargo da Windlog junto aos departamentos internos. Nossa equipe especializada possui a expertise de analisar e apontar as melhores estratégias na importação e exportação, gerando ganho técnico e financeiro aos nossos parceiros”, explica Cabreira.

Fonte: Ministério da Economia

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Envio de cargas por modal aéreo bate recorde

Conteúdo publicado no site: Mundo do Marketing

Quando o assunto é transporte de carga entre países, o modal marítimo é o primeiro que vem  à mente. Mas, nos últimos anos, o transporte aéreo é o que vem  ganhando destaque.

Enquanto o setor aéreo brasileiro nos mercados doméstico e internacional registraram em 2021 uma queda de 43,5% em relação a 2019 (nível pré-pandemia) o mercado de cargas registrou crescimento.

O volume de carga e correio pago registrou alta de  quase 17% em relação a 2019, atingindo cerca de 968 mil toneladas no ano transportadas para o mercado internacional. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Essa tendência reflete, em parte, as dificuldades que o transporte marítimo sofreu na pandemia. “Para o continente americano, a falta de containers e o consequente aumento do frete marítimo fez com que os exportadores procurassem o modal aéreo, apesar das limitações de espaço das aeronaves”, afirma o Diretor Operacional de Exportação da Windlog, Gregorio Gheorghiu.

A migração do navio para o avião teve outros fatores importantes que influenciaram a mudança, como o aumento das vendas de e-commerce e também o transporte de medicamentos vindos de outros países.  “Rapidez, agilidade, tempo de trânsito, transporte interno entre aeroportos e custos aeroportuários mais baixos que os portuários  são os principais benefícios que o transporte aéreo proporciona hoje no setor logístico” explica Gregório.

Gregorio Gheorghiu
Diretor Operacional de Exportação

Experiência consolidada

Contar com uma equipe especializada em operações logísticas, como no caso de exportações, é essencial para ter agilidade e segurança para transportar cargas aéreas. Esse é o caso da Windlog, que está presente nos cinco continentes e oferece soluções também nos modais marítimo e rodoviário. “Temos um excelente relacionamento com todas as companhias aéreas, buscando sempre a melhor rota com preços competitivos, oferecendo o que há de melhor no mercado”, conclui Gheorghiu.

Fonte: ANAC

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Na logística os imprevistos são previstos

Se existe uma coisa previsível nos imprevistos é que eles acontecem. Mas o grande problema da questão é não estar preparado para eles, isso em qualquer setor ou vida pessoal. E na logística isso não é diferente, essas surpresas desagradáveis podem por todo um trabalho em risco.

E quando se trata de transporte de carga, seja importação ou exportação, vários problemas podem acontecer, desde o pneu furado de um caminhão transportando óleo diesel, até um navio em apuros durante uma tempestade em alto mar.

Logo, se é possível prever os imprevistos, então é importante estar pronto para quando eles vierem ocorrer. Acompanhe neste post como é fundamental prever riscos no transporte de cargas.

Entenda a relação da logística e os imprevistos

O transporte de qualquer material envolve riscos, seja pela própria carga, que pode ser perigosa, pela maneira transportada ou o modal escolhido. E, infelizmente, acidentes acontecem, mas precisam ser mitigados.

Só para dar um exemplo, nas estradas federais em 2020 foram registrados 63 mil acidentes. Apesar de ter uma redução em relação a 2019, é uma estatística considerável, não é mesmo? Por isso, existe a logística inteligente.

O trabalho da logística, além de pensar em como será o transporte, também visa focar em quais imprevistos podem acontecer no trajeto, seja em uma viagem nacional ou internacional. Tudo para reduzir riscos e acidentes durante o trajeto todo, desde a armazenagem até o desembarque.

Por isso, é importante contratar uma empresa de logística com experiência no mercado e que utiliza recursos tecnológicos e equipamentos de ponta para que o transporte seja feito precisamente e eficiente. 

Imprevistos acontecem, mas na logística tudo é previsto, pensado e mitigado. Confira alguns desses problemas de percurso:

1 - Clima desfavorável 

Seja pelo ar, pelo mar ou nas estradas, o mau tempo sempre é considerado um dos principais problemas. É claro que a previsão do tempo pode ajudar a evitar esses imprevistos, contudo, eles contribuem muito para acidentes nas estradas, revolta no mar e turbulências no céu. 

Quando uma enchente atinge uma cidade, ela impede a circulação de cargas, isso é comum, por exemplo, quando se tem furacões, principalmente nos Estados Unidos, com ventos fortes, impossibilitando qualquer tipo de transporte.

2 - Frota sem manutenção

Este é um dos imprevistos mais fáceis de serem evitados. Até em uma viagem em família, sabemos da importância de fazer a manutenção no veículo antes de pegar estrada. Na logística isso deve ser levado muito a sério.

A empresa deve realizar manutenções periódicas e sempre verificar, caso terceirize o serviço, se a revisão dos veículos que farão a viagem está em dia. Atualmente, a tecnologia ajuda muito neste sentido, com softwares que auxiliam na análise do estado dos veículos, além de programar os reparos básicos e necessários. 

3 - Carga roubada

Só no Brasil, em 2020, foram registrados 14 mil roubos a cargas em estradas e cidades, segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística. A cena, infelizmente, se tornou tão comum que até a imprensa já flagrou caminhões sendo descarregados por ladrões.

Esta é uma situação difícil de prever, mas fácil de evitar. Calcular a rota, evitar pontos de riscos – principalmente à noite, orientar e treinar o condutor, além do rastreamento do caminhão e sistemas antifurto.

4 - Greves e paralisações

As greves no setor de transporte afetam toda e qualquer empresa. A greve dos caminhoneiros em 2018, no Brasil, por exemplo, prejudicou o país em todos os setores, desde o combustível até a entrega de alimentos.

No entanto, apesar de ser um imprevisto, as greves são definidas dias antes de começar ou então existem os rumores da possível paralisação, podendo ser calculado pela logística. O que às vezes não é calculável são o tamanho e a duração da greve.

5 - Extravios e avarias de mercadorias

A logística deve pensar em todos os detalhes para o transporte da carga, inclusive, qual será o trajeto correto dela e o armazenamento em todo o percurso. Isso evita o extravio e também danos na mercadoria.

Crie um plano contra os imprevistos

Antes de tudo, a logística deve estudar qual é o melhor transporte, qual é o tipo de carga a ser transportada — se é perigosa ou não — e calcular os possíveis imprevistos em todo o trajeto. Além disso, contar com uma empresa para gerenciar uma futura crise é fundamental.

Dessa forma, é fundamental a empresa ter um gestor capacitado. Além disso, a logística integrada — que faz a interação entre todos os processos da cadeia de suprimentos — também ajuda no gerenciamento efetivo do transporte, diminuindo o risco de imprevistos, assim como os custos com a operação e a agilidade.

Ainda assim, outro ponto fundamental neste meio é fazer o seguro de tudo que envolve o transporte, como a carga, o veículo e o condutor.

Conte com uma empresa respeitável e experiente 

Os imprevistos podem acontecer e como você viu neste post, eles são muitos e afetam negativamente a logística. Por isso, contar com uma empresa especializada neste serviço faz toda a diferença.

A Windlog é uma companhia qualificada com mais de 40 anos de experiência em logística, atuando em transporte nacional, frete internacional, desembaraço aduaneiro, armazenamento, carga projeto, entre outros. 

Estamos presentes em cinco continentes com uma ampla rede de agentes e  certificados que atestam a excelência das operações

Entre em contato com nossa equipe agora mesmo!

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Como reduzir custos com Importação?

Conteúdo publicado no site: Portal Comunique-se

2022 chegou e com ele diversos setores da economia buscam  alavancar seus ganhos, principalmente depois das dificuldades enfrentadas nos últimos dois anos. Além dos custos operacionais internos, diversas empresas ainda se deparam com despesas na importação de insumos e materiais.

Ter um preço competitivo, fidelizar clientes e garantir a qualidade do produto são essenciais para o sucesso de qualquer negócio. Então, como manter o preço competitivo e evitar gastos desnecessários com importações?

“Antes de tudo, é preciso saber que toda importação concentra se basicamente em três valores:  Custo logísticos na origem, Frete Internacional (aéreo, marítimo, rodoviário) e Custos logísticos e tributários no país de destino. A troca de informações corretas e atualizadas entre os clientes e o agente de carga contratado tem papel fundamental para a elaboração de um projeto logístico satisfatório”, afirma o Diretor Comercial da Windlog, Maurício Welsh Carboni, empresa especialista em logística.

Informação e conhecimento. Essas são as palavras-chave para garantir uma operação de importação segura e de baixos custos. Erros técnicos nos processos de importação são os principais pontos que acarretam em custos logísticos elevados e prazos maiores para a entrega das mercadorias. “Qualquer desconhecimento logístico, técnico ou Legal, aumentará os erros consideravelmente no planejamento de entrega e custos previstos para a realização da importação, incluindo multas, penalidades, retenções da mercadoria, divergências alfandegarias, demurrage, dentre outros”, explica Carboni.

Qual a importância do Planejamento Logístico?

Maurício Welsh Carboni
Diretor Comercial da Windlog

Toda operação logística é acima de tudo uma operação financeira. O planejamento logístico eficiente é fundamental para que as empresas possam fazer do transporte de cargas o seu grande diferencial competitivo, otimizando as operações de armazenagem, distribuição e entrega de insumos.

“O planejamento logístico é fundamental e obrigatório para a redução de problemas operacionais, sejam nos transportes internacionais e alfandegados. O Comércio Exterior exige dinamismo, integração, gestão digital e Responsabilidade Legal em todos os serviços contratados, proporcionando processos com custos menores, entregas nos menores prazos com maiores eficiências”, conclui Carboni.

Especialista em Importações

A Windlog é referência no mercado em soluções logísticas completas e integradas, atuando nos modais Aéreo, Marítimo e Rodoviário estando presente nos cinco continentes. Após o recebimento dos dados da mercadoria apresentados pelo cliente, a empresa realiza a verificação total dos valores logísticos e procedimentos aduaneiros com seus agentes no exterior, possibilitando o embarque e desembaraço aduaneiro da carga e garantindo que o transporte seja realizado com sucesso. Para saber mais, fale com nosso time de especialistas e confira a estrutura completa para você realizar Importações com segurança.

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O impacto da logística no mundo pandêmico

A pandemia da Covid-19 afetou o mundo todo, seja na rotina de uma pessoa em seu trabalho ou na logística de uma grande empresa. O impacto surgiu já no início da crise sanitária, mas deverá continuar por um bom tempo.

As mudanças nestes últimos anos foram enormes e todos tiveram que se adaptar. A pandemia acelerou etapas, principalmente, na questão tecnológica de praticamente tudo, inclusive na logística mundial.

Incertezas do Covid-19 em 2020

Quando a pandemia do coronavírus foi decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), em março de 2020, o mundo foi pego de surpresa. Quais seriam as consequências disso? Como deveríamos proceder a partir de agora?

Isso, como dissemos, gerou incertezas desde ao trabalhador comum até uma empresa de logística que entrega mercadorias para todo o planeta. E esse setor é essencial, não poderia parar mesmo com as restrições.

No começo pandêmico, o grande desafio era entender como cumprir demandas em ambientes com restrição de circulação de pessoas e o isolamento social. Por isso, foi preciso reaver toda a dinâmica do setor, além de rever processos internos e externos. 

Avanço da pandemia e fronteiras fechadas 

O que até então parecia apenas um detalhe de restrição de pessoas, começou a se intensificar com o avanço da pandemia. Com o coronavírus avançando pelo mundo, as autoridades tiveram que adotar medidas mais severas, como barreiras sanitárias e fronteiras fechadas. 

Com isso, os armazéns e portos ficaram lotados de mercadorias, já que as empresas não conseguiam dar fluxo aos produtos. O fechamento das fronteiras foi uma tática adotada por muitos países ao tentar frear o avanço da doença, mesmo que isso afetasse a economia por um período. 

Setor logístico x Covid-19 

Você provavelmente já viu aquelas imagens de quando tem furacões nos Estados Unidos e os supermercados ficam vazios de mercadorias. Isso acontece, geralmente, por dois motivos: grande procura por produtos e a falta de logística de reposição. 

Para que isso não acontecesse durante a pandemia em muitos países, como aqui no Brasil, empresas investiram em eficiência logística e na logística integrada, reduzindo custos e melhorando consideravelmente a rapidez de todo o processo produtivo e logístico, mas sem perder a qualidade de toda a cadeia. 

Por isso, as empresas de logística tiveram que investir em tecnologia e no treinamento das equipes para absorver a demanda – mesmo com todos os obstáculos. A logística permitiu na pandemia que continuássemos comprando, consumindo, produzindo e trabalhando, sem entrar em colapso. 

O mundo parou, a logística não! 

Ao contrário de muitos setores, que tiveram de parar devido à pandemia da Covid-19, a logística não parou, muito pelo contrário. Com o isolamento social, nunca foi tão essencial a entrega de mercadorias, seja em um simples delivery ou até com grandes cargas. Quer ver um exemplo?

Falando um pouco sobre o mercado interno, o e-commerce brasileiro cresceu 41% no ano passado, faturando R$87,4 bilhões. Aliás, esse foi o melhor desempenho desde 2007, justificado pela pandemia. Esses dados são de uma pesquisa Webshoppers. 

E não parou por aí, em 2021 também houve um crescimento expressivo nas vendas digitais, com R$54 bilhões em vendas apenas no primeiro semestre. Isso serve para ilustrar que, pelo isolamento social, os consumidores optaram pelos meios digitais para continuar comprando, sem se expor ao vírus. 

Em relação ao mercado externo, outras questões fizeram a economia aquecer nos últimos semestres e a logística esteve por trás para dar todo o suporte. A exportação de produtos brasileiros para a China, por exemplo, teve um crescimento de 12% no ano passado, em relação a 2019. 

O papel primordial da logística no Brasil

A pandemia também escancarou a importância de outra categoria de logística, que passa muitas vezes despercebida, mas é vital para todos: a hospitalar. Com o aumento na procura por insumos, uma logística eficiente fez e ainda faz toda a diferença.

A logística progrediu sendo aperfeiçoada para cumprir um papel primordial na saúde pública, a de transportar e distribuir medicamentos, materiais hospitalares e as vacinas contra o novo coronavírus. Todo o transporte dos imunizantes precisou ser bem pensando, pois, qualquer falha poderia colocar em risco a saúde de milhões de brasileiros.

A Windlog teve um papel fundamental no abastecimento de insumos para o Brasil, com ao menos 4 chartes de testes de Covid-19 e 6 milhões de máscaras para o combate Coronavírus no charter modelo Antonov-124, considerado o segundo maior avião do mundo que é de origem ucraniana, pousou no aeroporto de Brasília, onde a distribuição foi feita para o Brasil.

As lições do mundo pandêmico para logística mundial 

Agora, com tudo voltando aos eixos com a vacinação bem encaminhada, o mundo retoma a sua nova normalidade e, mais uma vez, a logística mundial será essencial. O gargalo da vez é a crise dos containers. A retomada da economia foi mais intensa do que o translado de mercadorias e, por isso, faltam contêineres para o transporte. 

Mas, fora esse problema pontual, a pandemia deixou lições para a logística mundial, que deve apostar cada vez mais em tecnologia e eficiência para entregar tudo mais rápido e com o menor custo. Com isso, a logística integrada ganha cada vez mais espaço

Novas soluções para um novo mundo 

Acima de tudo, contar com uma empresa de logística que conhece o mercado e compreender os novos cenários é fundamental para quem busca competitividade. O mundo muda constantemente e a logística deve acompanhar esses movimentos se reinventando.

A Windlog possui mais de 40 anos de experiência e oferece soluções ágeis, completas e seguras para o comércio interno e exterior. Temos o selo OEA (Operador Econômico Autorizado), que confere à empresa o reconhecimento como um operador confiável. Então, se precisar de logística para a sua empresa, entre em contato conosco! 

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Setor de Transportes segue em crescimento

Conteúdo publicado no site: Mundo do Marketing

O setor de transportes no Brasil segue em crescimento, apesar da economia seguir a passos lentos. O Produto Interno Bruto (PIB) de Transporte cresceu 1,2% em relação ao segundo trimestre de 2021 e aumentou 13,1% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. 

Os dados fazem parte do Radar CNT do Transporte divulgado pela Confederação Nacional do Transporte no último mês de dezembro a partir de indicadores publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse desempenho está acima do registrado pela economia brasileira, que sofreu uma redução de 0,1%, no terceiro trimestre de 2021.

“Houve  aumento  de  Importações  e Exportações no período da pandemia. Tivemos  um aumento significativo  em embarques  aéreos com insumos para  a indústria farmacêutica  e  empresas que trabalham com produtos para testes, máscaras e outros  itens. No marítimo, houve aumento  de embarques, com problemas de espaço e grande volume de cargas, bem como o alto custo de fretes da China e outros países”, afirma o CEO da Windlog, Klaus Steinhoff, empresa especialista em logística.

Por outro lado, a balança comercial brasileira fechou 2021 com superávit de US$ 61 bilhões, que representa um crescimento de 21,1% em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia no último dia 3 de janeiro. O saldo positivo é resultado de US$ 280,4 bilhões em exportações e US$ 219,4 bilhões em importações.

O crescimento econômico tende a refletir primeiramente no setor de Transportes, pois é por onde transita a produção interna e as cargas importadas e exportadas. A expectativa é uma tendência de aumento ainda maior. “Se não há uma boa Infraestrutura Logística,  a  economia  não cresce. Por isso, os constantes investimentos  do governo  em estradas, renovação de portos e, futuramente,  a privatização  das  estradas de ferro irá  trazer o Agrobusiness para os portos  a um custo  mais competitivo, explica Steinhoff.

Logística de alto nível

Klaus Steinhoff
CEO da Windlog

A Windlog é referência no mercado em soluções logísticas completas e integradas, atuando nos modais Aéreo, Marítimo e Rodoviário, além de possui a certificação OEA (Operador Econômico Autorizado) que a conformidade de parâmetros do comércio exterior.

 “Nós  estamos  sempre nos  adequando  as rápidas mudanças em relação  a  número de embarque e investimos na qualificação de nossos colaboradores. Somos um time que trabalha há mais de 20 anos atendendo clientes importadores, exportadores  e também  atuando  forte na área  de desembaraços   aduaneiros”, afirma Steinhoff. Para saber mais sobre as opções oferecidas pela Windlog, clique aqui e conheça agora mesmo.

Fonte: CNT e Ministério da Economia

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Commercial‌ ‌invoice:‌ ‌o‌ ‌que‌ ‌é‌ ‌e‌ ‌para‌ ‌que‌ ‌serve?‌ ‌

Em um processo de importação ou exportação, um dos documentos mais importantes é o commercial invoice ou também conhecido como fatura comercial, não apenas para produtos, mas também para serviços prestados no exterior.

Não possuir esse certificado em mãos pode ocasionar vários problemas na tramitação do negócio, como multas e até problemas judiciais. Recentemente, esse assunto ganhou pauta nos noticiários devido à CPI da Pandemia no Senado. 

Por isso, se a sua empresa presta serviços ou exporta e importa algo, acompanhe neste blogpost a importância de conhecer o que é a fatura comercial e entender a fundo para que serve este documento.

O que é comercial invoice? 

Comercial invoice é o termo em inglês e equivale no Brasil como a fatura comercial, portanto, esse documento funciona como uma nota fiscal no âmbito internacional. Essa fatura é muito importante, porque servirá para o desembaraço alfandegário da mercadoria, tanto no país de origem da carga, como no país destinatário.  

A fatura comercial traz todas as condições de negociação entre o exportador e o importador, com isso, a autoridade alfandegária terá todas as informações em mãos sobre a transação e a mercadoria para avaliar o caso. Vale ressaltar que ela é um documento de natureza contratual — firmado entre duas partes. 

Para que serve?

Assim como uma transação nacional, por exemplo, quando você compra uma televisão e vem a nota fiscal do produto, com o comércio exterior funciona da mesma maneira, consequentemente, ela serve para representar a operação comercial realizada e formalizar toda a transferência de propriedade dessa mercadoria. 

A comercial invoice não segue um modelo oficial, portanto, o exportador pode fazer em um formulário próprio, mas deve conter uma série de informações importantes, como veremos mais à frente, deve ser preenchida conforme a regulamentação do país. 

Qual a importância da fatura comercial?

Como dissemos, o invoice é importante porque tem a função de formalizar a operação comercial no exterior. Um erro neste documento pode colocar toda a transação em risco, além de gerar multa por parte da Receita Federal e processo judicial. 

Esta fatura funciona como um check-list de toda a negociação. A Receita Federal exige que a Declaração de Importação (DI) deve conter a via original da commercial invoice, assinada pelo exportador ou seu representante legal. 

Se o importador descumprir a obrigação de apresentar a fatura na alfândega, em casos em que é exigida, será aplicada uma multa. O valor é estipulado em uma base de cálculo conforme critérios definidos, mas poderá ser de 5% do valor aduaneiro da mercadoria ou a 100% sobre a diferença do preço declarado e do efetivamente praticado.

O que deve conter? 

O importante nesse documento é que não haja nenhum erro e, principalmente, não falte nenhuma informação exigida pelas autoridades aduaneiras. Por isso, confira abaixo o que deve constar na fatura comercial:

  • Nome e endereço do exportador;
  • Nome e endereço do importador;
  • Especificação das mercadorias em português ou idioma oficial;
  • Marca e numeração de referência da quantidade;
  • Peso bruto dos volumes;
  • Peso líquido dos volumes;
  • País de origem (seja onde for produzido ou a última transação substancial);
  • País de aquisição;
  • País de procedência;
  • Preço unitário e total de cada mercadoria;
  • Frete e demais despesas;
  • Termo de condição de venda (INCOTERM).

Como e a quem solicitar a fatura? 

A fatura comercial é sempre emitida pelo próprio exportador. Assim como em uma loja, quando você compra uma mercadoria, quem emite a nota fiscal é a empresa que está vendendo o material. 

Vale ressaltar que, na fatura, deve estar contida toda a especificação das mercadorias, no caso do Brasil, em português, ou em um idioma oficial do Acordo Geral Sobre Tarifas e Comércio, que - no caso - pode ser em inglês, francês ou espanhol. 

Para situações de importação, se estiver em outro idioma, deve vir acompanhada de tradução em língua portuguesa, a critério da autoridade aduaneira. 

A Receita Federal do Brasil ainda pode dispor sobre algumas especificações da fatura comercial, como em casos de não exigência, dispensa da apresentação para fins de desembaraço aduaneiro, quantidade de vias que deverão ser emitidas, formas de assinaturas (mecânica ou eletrônica), dentre outras regulamentações. 

Diferença entre Fatura Comercial e a Fatura Pro Forma 

No comércio exterior, existem dois tipos de fatura, que podem acabar confundindo tanto o importador como o exportador, visto que existem diferenças entre elas, no caso: a fatura comercial e a fatura Pro Forma. 

A fatura comercial, como dissemos, é o documento oficial e, mais do que isso, o certificado final de toda a operação efetuada entre ambas partes, exigido pela Receita Federal para realizar o despacho aduaneiro. Já a fatura Pro Forma seria como uma etapa antes, o documento inicial da negociação.

A fatura Pro Forma, em inglês conhecida como Pro Forma Invoice, indica todos os detalhes negociados e sendo firmados naquela operação. Esse documento é importante para alguns aspectos como o fechamento do câmbio no dia do acordo e por trazer todos os detalhes da compra, mas não tem valor legal ou jurídico. É uma espécie de orçamento ou proposta de negociação.

A Fatura Pro Forma traz várias informações e instruções para a elaboração do com comercial a invoice, além de dados necessários para emitir uma carta de crédito, caso seja necessária. Ela também é usada para gerar a Licença de Importação Prévia, o que já habilita o fechamento do câmbio da compra. 

Contrate uma empresa com Experiência

Você viu neste texto que o comercial invoice ou fatura comercial é um dos documentos mais importantes na transação internacional de produtos ou serviços e que um erro ou falta de informação podem colocar toda a operação em risco, gerando multas e processos. 

Por isso, é importante contar com os serviços de uma empresa com experiência e know how no mercado global, como a Windlog

Estamos presentes em cinco continentes e com uma ampla rede de agentes, garantido agilidade e eficiência em toda a operação. Caso precise importar ou exportar algo, entre em contato com nossos consultores e conte com a logística e desembaraço aduaneiro da Windlog

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Como funciona um container / contêiner reefer? Entenda

O Brasil, por exemplo, é o maior exportador de suco de laranja do mundo, um dos maiores produtores de carne bovina e também vegetais. Portanto, tudo precisa chegar em bom estado e com agilidade a outros países, muitas vezes do outro lado do planeta!

Toda logística de uma carga, não importa qual o destino, deve ser bem planejada e, quando se trata de carga perecível, pharma ou foodgrade, os cuidados são redobrados. Por isso, o uso de um contêiner reefer — essa expressão vem do inglês refrigerated — é fundamental e indispensável. 

Mas você sabe como funciona este tipo de container? A importância dele e suas particularidades? Para responder essas dúvidas muito comuns, preparamos este post com as principais informações sobre o contêiner refrigerado. Confira!

O que é contêiner reefer? 

Os contêineres reefer trabalham como um compartimento com isolamento térmico para manter a temperatura interna no nível desejado. Esse tipo de container pode ser utilizado em  viagens marítimas curtas ou até mesmo longas.

Resumidamente, os contêineres reefer funcionam como uma grande geladeira, ou então, como aqueles caminhões frigoríficos, com sistema de resfriamento para transportar cargas perecíveis que precisam estar em baixas temperaturas para manter suas propriedades e qualidade. 

Como funciona?

Primeiramente, a estrutura desses contêineres é feita, na maioria dos modelos, de uma liga de aço galvanizado e alumínio — dois metais que são resistentes à corrosão e a ação do tempo - podendo suportar calor, frio, chuva e, inclusive, a salinidade do mar. Isso o faz resistente em climas nada favoráveis, sujeito a ocorrer durante um trânsito marítimo.

Já em relação à refrigeração, o isolamento térmico é feito de poliuretano - uma espécie de espuma - e a parte interna é de acabamento inox, para manter a temperatura, assim como um freezer ou balcão refrigerado. 

Agora, o maquinário para manter a temperatura interna controlada costuma ser instalado na parte frontal, do lado oposto da porta, composto pelo: compressor, condensador, controlador externo e evaporação.

Tudo isso para baixar e conservar a temperatura, geralmente, entre -25°C a 25°C, conforme a necessidade da carga; aliada a um eficaz isolamento térmico, a estabilidade da temperatura ambiente interna não sofre influências externas.

Para que serve?

Muitos produtos, para serem transportados, precisam estar em uma temperatura baixa e constante, como proteína animal, frutos do mar, vegetais e, inclusive, medicamentos e vacinas. Aliás, quer ver um exemplo de como esse transporte é essencial e deve ser bem pensado?

Durante a vacinação para a Covid-19, um dos grandes desafios dos cientistas não era apenas descobrir a fórmula para conter o coronavírus, mas como as doses seriam transportadas para todo o mundo. A vacina da Pfizer, por exemplo, precisa ser transportada a -70ºC para não perder suas características, sendo altamente recomendado o uso do equipamento refrigerado. 

Neste caso, supracitado, como a temperatura foge da gama de aplicação do reefer por si só, o uso de gelo seco, ou em casos extremos o uso de nitrogênio líquido, acaba sendo aplicado em complemento a refrigeração

Isso foi algo pontual, mas durante toda a história da logística é comum encontrar cargas que precisam de uma temperatura específica para ser transportada e, com isso, os contêineres  reefer entram em ação. 

Qual a importância?

Os contêineres reefer são importantes para a economia mundial porque abrem a possibilidade de transporte de muitos produtos que, sem este equipamento, seriam praticamente impossibilitados de realizar a importação ou exportação.

Um exemplo disso, além da vacina da Covid-19, como citamos, é a exportação de carne bovina. O Brasil exportou somente em setembro deste ano 187 mil toneladas de carne vermelha e, seu principal comprador, a China, fica do outro lado do planeta. Sem esse tipo de transporte, seria impossível a carne chegar ao país de destino em bom estado.

Particularidades do contêiner 

Uma das particularidades deste tipo de contêiner é que ele é totalmente lacrado, impedindo o acesso de qualquer coisa que possa contaminar o armazenamento, dando ainda mais segurança ao transporte. 

Ele também é feito em uma disposição que permite que o ar circule inteligentemente no espaço, permitindo o maior fluxo e, com isso, mantendo a temperatura igual em todo compartimento sem gastar muita energia.  

Eles são criados por engenheiros especializados para seguir todas as regulamentações e padrões de transportes definidos pelos órgãos responsáveis e também pelos países. Na maioria das vezes, o resfriamento é feito por ar que sai do chão, do teto e até das paredes do container. 

Se faz também necessária a perícia ao manipular este equipamento, uma vez que o mesmo é extremamente sensível em suas partes internas, e qualquer dano, mesmo que mínimo, pode inviabilizar a utilização do equipamento.

Exemplo é a impossibilidade de adentrar com empilhadeiras dentro do equipamento para estufagem ou desova do contêiner, visando manter a integridade do solo para o bom isolamento térmico.  

Modelos de contêiner refrigerado

Vale ressaltar que na logística existem dois tipos de contêineres que têm essa capacidade de refrigeração interna. Um deles, como vimos, é o reefer e o outro é o ventilated. A principal diferença é que este segundo é utilizado para cargas que precisam apenas de circulação de ar – sem refrigeração. 

Principais materiais e produtos transportados 

Os contêineres refrigerados podem transportar uma variedade de produtos, principalmente, no ramo da saúde, como a indústria farmacêutica. A maioria desses produtos precisa estar em uma temperatura baixa e controlada, qualquer variação pode pôr a validade e aplicação em risco. Outras cargas são: 

  • Carnes e derivados;
  • Leite e derivados;
  • Frutas e verduras;
  • Frutos do mar e peixes;
  • Produtos químicos;
  • Flores e plantas;
  • Fármacos.

Vantagens deste tipo de contêiner

O contêiner refrigerado substitui câmaras frigoríficas e isso ajuda na melhora da logística da carga, aprimorando ainda mais o transporte das empresas e trazendo maior economia no serviço. Isso porque os contêineres atendem uma gama de temperatura bem diversa, como informado acima. . 

Saindo um pouco da situação de transporte, o container reefer pode dar suporte a própria câmara frigorífica de uma empresa. Por exemplo, quando a demanda estiver maior, e a capacidade da câmara limitada, é possível alugar containers para resolver um problema sazonal. 

Obrigatoriedades e fiscalização

Vale salientar que a fiscalização em relação à carga refrigerada costuma ser mais rígida e intensificada, ainda mais pelo tipo de produto que se transporta, como alimentos e medicamentos. 

Por isso, é importante contar com uma empresa especializada em logística, assim como em transporte do tipo container reefer. A Windlog está presente em cinco continentes, com uma ampla rede mundial de agentes e mais de 40 anos de atuação no mercado. Se precisar de logística inteligente, entre em contato com nossa equipe. 

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Como funciona a importação de materiais usados no Brasil

A importação de materiais usados no Brasil é um tema que levanta sempre dúvidas para os profissionais da área e empresários que buscam esta opção de serviço, já que envolve vários fatores, principalmente com as exceções em alguns casos. 

Muitos não sabem, mas esta categoria de importação é bem restrita e existem várias regras administrativas que devem ser atendidas. Com isso, os questionamentos que surgem são: “O procedimento é o mesmo que o processo de importação comum de outros materiais?”, “Quais máquinas e equipamentos usados são permitidos?” 

Com o intuito em esclarecer as dúvidas sobre este mercado muito específico, elaboramos este conteúdo post destinado especialmente aos empresários e profissionais da área que buscam informações sobre como funciona a importação de Bens usados no Brasil. Confira!

Como funciona importação de materiais usados 

Primeiramente, vale ressaltar que, em regra, é proibida a importação de materiais usados no Brasil, mas é claro que como toda regra, ela também possui as suas exceções. 

Uma das exceções mais conhecidas e utilizadas no Brasil é: os equipamentos usados podem ser importados desde que não existam nada similar na produção nacional.

Por isso, para descobrir se o produto usado que você busca importar tem produção nacional, é possível entrar em contato com a entidade de classe referente ao equipamento e pedir uma certidão. Outra maneira é registrar a Licença de Importação para solicitar a consulta pública. 

Uma portaria da SECEX (Secretaria do Comércio Exterior) inclui as regras gerais de importação, inclusive a de materiais usados, enquanto o órgão responsável pelas operações, como validade para embarque, envio de documentos e licenciamento é a Subsecretaria de Operações de Comércio Exterior (SUEXT).

Nesta categoria de importação, existe uma diferença entre um produto usado e o produto um recondicionado. Caso ele tenha sido usado e passou por um processo de recuperação da condição original, as partes e peças trocadas devem ser do próprio fabricante ou empresa autorizada para recondicionar, caso contrário, a importação não será permitida. 

Que tipos de materiais usados podem ser importados no Brasil 

A importação de material usado no Brasil tem suas ressalvas para alguns tipos de produtos ou operações.   Confira abaixo alguns dos materiais liberados pelo governo:

  • Máquinas e equipamentos para utilização como unidade de carga, desde que não sejam produzidos no país ou tenha similar, capazes de atender aos fins;
  • Bens culturais;
  • Veículos antigos; 
  • Partes, peças e acessórios recondicionados, para a reposição ou manutenção de produtos de informática e telecomunicações;
  • Bens destinados à pesquisa científica e tecnológica;
  • Importação de bens adquiridos por herança.

Importação definitiva de bens de consumo 

Quando se trata de bens de consumo, a importação definitiva também é proibida, mas tem algumas exceções como dispostos no artigo 57, 58 e 59 da portaria da SECEX. Por isso, veja um exemplo deste tipo de importação, o carro usado.

Para você importar definitivamente um veículo usado ele precisa ter mais de 30 anos e com objetivos culturais ou de coleção, condições estas que já devem estar declaradas na hora do embarque da mercadoria.

Além disso, é permitida a importação caso o automóvel seja de propriedade de portador de necessidades especiais ou de um diplomata/servidor público.  Se o automóvel em questão não seguir estas condições, a importação definitiva é proibida.

Recentemente, inclusive, um projeto de lei foi apresentado na Câmara dos Deputados para liberar a importação de carros usados sem intermediações no Brasil, entretanto, questões como os impostos na importação e a garantia de peças não foram explicadas no projeto. 

Importação de bens culturais 

Assim como o carro usado pode ser importado se tiver a finalidade cultura, outros bens culturais usados também podem ser importados para o Brasil, como:

  • Coleções raras de zoologia, botânica e mineralogia;
  • Bens relacionados com a história em geral;
  • Produtos de escavações arqueológicas;
  • Antiguidades com mais de 100 anos (ex. moedas e selos);
  • Pinturas, quadros e desenhos feitos à mão;
  • Estátuas e esculturas;
  • Mobília com mais de 100 anos;
  • Instrumentos musicais antigos.

Como funciona o processo de importação 

Para a pessoa interessada em iniciar o processo de importação de um material usado, primeiramente, deve elaborar um pedido de Licença de Importação no Siscomex, explicando qual é o material usado, o tipo de condição da mercadoria e o enquadramento do material usado, se é admissão temporária ou nacionalização. 

Por isso, antes da mercadoria usada ser embarcada, o importador deve ter a LI, que será analisada pela SUEXT.  Além disso, é preciso anexar no sistema da SUEXT o dossiê eletrônico do produto.  

Se o importador deixar de cumprir alguma etapa técnica de todo o processo, a LI é indeferida automaticamente, por isso, vale contar com a ajuda de uma empresa especializada neste trâmite. 

O importante é que, para que a importação seja deferida, o interessado deve observar as regras gerais para o licenciamento de importação previstas em norma, bem como as regras específicas para cada tipo de produto/operação apresentadas.

Em relação à Receita Federal, poderá haver uma autuação, principalmente, se o material importado é usado, mas foi declarado como novo. Com isso, haverá aplicação de multa e o importador poderá responder por crime contra a ordem tributária e descaminho ou contrabando. 

Licenciamento não automático 

Toda mercadoria que chega ao Brasil precisa ser licenciada, mas muitas vezes, ele se dá de forma automática. No caso do material usado, o licenciamento não automático é exigido pela SUEXT, já no embarque da mercadoria no exterior.  Porém, em algumas situações, o licenciamento está dispensado, como:

  • Admissão temporária de recipientes, embalagens e outros bens com finalidade semelhante, destinados ao transporte de mercadoria;
  • Importação de aeronaves e aparelhos relacionados, como turbopropulsores, aparelhos e instrumentos de uso aeronáutico;
  • Nacionalização de máquinas e equipamentos que tenham ingressado no país para utilização econômica na condição de novas;

Conte com ajuda especializada!

A importação de materiais usados para o Brasil é um processo técnico e existem regras, mas também as suas exceções, por isso, contar com uma empresa especializada em despacho aduaneiro é fundamental. 

A Windlog tem mais de 40 anos de experiência no mercado e oferece soluções completas e ágeis para a exportação ou importação de mercadorias, seja transporte terrestre, marítimo ou aéreo. Estamos presentes em cinco continentes, com uma ampla rede de agentes prontos para atender o seu serviço.

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