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Mercado internacional é opção para pequenas e médias empresas

Expandir os negócios para o mercado internacional se tornou uma opção para pequenos e médios empresários. O dólar em torno de R$ 5 tornou os produtos nacionais mais atrativos em outros países, atraindo mais compradores. Dessa forma, ao investir em exportações, as empresas se tornam mais competitivas e com mais chances de aumentar os lucros e resultados.

Além da cotação do câmbio, outros fatores devem ser considerados ao analisar o mercado, como o cenário do comércio exterior. Até a segunda semana deste mês de maio, a balança comercial brasileira fechou com superávit de US$ 22,89 bilhões, no acumulado do ano. Isso foi reflexo do crescimento de 20% das exportações, que somaram US$ 115,52 bilhões, e do aumento de 27,6% das importações, que totalizaram US$ 92,62 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

“Grande parte deste valor nas exportações brasileiras é representada pelas commodities. Considerando mercadorias industrializadas, neste momento, temos um dólar favorável às exportações, mas devido a pandemia, enfrentamos muitos problemas na logística internacional”, explica Gregorio Gheorghiu, diretor operacional de exportação da Windlog, empresa especialista em logística.

Em maio, o desempenho das exportações, até a segunda semana, mostrou crescimento de 2,8% na Agropecuária (que somou US$ 3,71 bilhões), de 5,6% na Indústria Extrativa (que chegou a US$ 3,07 bilhões) e de 22,7% na Indústria de Transformação (com US$ 7,22 bilhões).

Para  iniciar no mercado internacional de exportações, é preciso ter um grande ponto de atenção e se preparar para atender aos padrões internacionais. Com isso, a empresa se torna mais competitiva, melhorando a imagem da marca frente a clientes, fornecedores e bancos.

“É preciso ter bom conhecimento dos Incoterms para saber as responsabilidades de cada parte envolvida na operação. A empresa deve estar registrada no RADAR como exportador. É essencial também checar com o seu banco ou corretora os documentos necessários e cuidados relacionados ao fechamento de câmbio”, afirma o diretor.

A internacionalização de empresas pode elevar o pequeno ou médio negócio a um outro patamar, porém esse é um passo que precisa ser muito bem planejado. Antes de investir na internacionalização, é preciso ter clareza de qual é o melhor país e qual o mercado mais adequado. É fundamental conhecer também as leis e normas que regulamentam as exportações nos países em que se deseja investir.

Para que a internacionalização ocorra com sucesso, é importante analisar essas e outras questões, e contar com o apoio de um especialista nesse primeiro momento pode fazer toda a diferença. “A Windlog possui profissionais capacitados e com larga experiência neste assunto. Temos excelente relacionamento com as companhias aéreas e os armadores, para buscar sempre os melhores preços e condições”, conclui Gheorghiu.

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Seguro de carga contribui para evitar prejuízos no transporte internacional

Em um momento em que a logística mundial passa por transformações e a balança comercial brasileira segue aquecida, garantir um seguro de carga e a certeza da qualidade do serviço de transportes se tornou ainda mais fundamental. Toda mercadoria transportada internacionalmente está sujeita a inúmeros riscos como roubos, furtos, sinistros, danos, avarias entre outros fatores ocasionando perdas financeiras consideradas aos envolvidos, além dos desgastes contratuais e comerciais.

“A contratação do seguro internacional é muito simples e com baixíssimo custo, considerando as garantias e tranquilidade aos importadores, permitindo a cobertura nos valores CIF das mercadorias, impostos e tributos e também lucro cessante. Empresas que realizam importações através dos Incoterms EX WORKS, FCA, FOB, CFR e CPT e optarem pela não contratação do seguro internacional, não poderão transferir aos transportadores como Armadores, Companhias Aéreas, Agentes de Carga, entre outros, eventuais perdas financeiras, contratuais ou legais devido sinistros, perdas ou roubos ocorridos durante o transporte da mercadoria”, explica Mauricio Welsh Carboni, diretor comercial da Windlog, empresa especialista em logística.

O seguro internacional é obrigatório no comércio exterior, cabendo ao importador ou exportador, através do INCOTERM firmado entre partes, contratá-lo de forma correta e profissional. 

“A emissão da apólice de seguro deverá seguir fielmente as informações contidas na fatura comercial, INCOTERM negociado, dados técnicos da carga, valor e tipos de cobertura sendo: (CIF) – (CIF + 10%)  - (CIF + 10% + Impostos) –( CIF + 10% + impostos + lucro cessante). Toda mercadoria deverá ser previamente analisada pela seguradora a fim de obter aprovação de embarque e percentual aprovado para a cobertura. Os países envolvidos no embarque e desembarque da carga, também deverão ser previamente consultados devido possíveis embargos internacionais, cenários de guerra, greves, motins entre outros”, diz o diretor.

Os incêndios a bordo de navios estão entre os maiores problemas de segurança para a indústria marítima. Segundo análise do relatório anual da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Safety & Shipping Review, o número de incêndios a bordo de grandes embarcações aumentou significativamente nos últimos anos.  

Houve um recorde de 40 incidentes com incêndios relacionados à carga somente em 2019 ou um a cada dez dias. Em todos os tipos de embarcações, o número de incêndios ou explosões que resultam em perdas totais foi de 10 incidentes no final de 2020, representando cerca de uma em cada cinco perdas totais em todo o mundo.

Recentemente, no último mês de fevereiro, houve o caso do navio ro-ro "Felicity Ace Cargo", que pegou fogo no Oceano Atlântico enquanto transportava milhares de carros, incluindo modelos de luxo. Outro exemplo foi a queda de dois containers de um navio atracado no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, em abril passado. Um deles tombou no cais e o outro na água, provocando prejuízos.

Fatores climáticos, manuseio e estáticos nos modais marítimo, aéreo e rodoviário podem afetar a integridade das mercadorias durante o transporte. Além disso, é preciso verificar com o exportador se as mercadorias foram devidamente embaladas para o meio de transporte a ser utilizado. Muitas empresas utilizam embalagens do mercado “doméstico” ao mercado internacional sem prévia análise técnica de fadiga, temperatura, empilhamento entre outros fatores, aumentando a possibilidade de eventuais sinistros.

“Toda mercadoria deve ser previamente analisada pela seguradora a fim de obter aprovação de embarque e percentual aprovado para a cobertura. Os países envolvidos no embarque e desembarque da carga, também deverão ser previamente consultados devido possíveis embargos internacionais”, afirma Carboni.

Para precaver-se contra acidentes e obter maior segurança ao realizar operações logísticas, é essencial garantir o seguro de cargas. Antes de realizar a contratação, é preciso considerar alguns aspectos.   “Atuando como Estipulante de seguro internacional, a Windlog oferece completa e confiável assessoria na contratação do seguro em todos os modais, na exportação e importação, com emissão de certificado de seguro por embarque, proporcionando agilidade, segurança nos transportes e gestão aos clientes, principalmente nos processos “door to door”, conclui Carboni.

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Balança comercial registra superávit nas primeiras semanas de março

O Brasil registrou um superávit de US$ 3,605 bilhões na balança comercial durante a as primeiras duas semanas de março.  Foram US$ 11,702 bilhões em exportações e US$ 8,097 bilhões em importações no período.

A média diária da balança mensal está 60% acima de março de 2021, com um resultado de US$ 450 milhões. Ainda comparando com o ano passado, houve crescimento nos setores de Agropecuária, Indústria extrativa e Indústria de transformação. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia divulgados na última segunda-feira, 14/03.

Rodrigo Cabreira
Consultor técnico operacional

Os números reforçam a tendência da retomada do setor logístico, que foi impactado com a pandemia. Com isso, espera-se que haja um crescimento na demanda dos transportes como um todo, seja pelos modais aéreo, marítimo ou rodoviário. Por isso, o planejamento é essencial para evitar custos e gastos desnecessários, bem como contar como uma assessoria especializada.

“A assessoria de processos internos é indicada a todos que buscam melhorias de performance e mão de obra especializada. As ações são totalmente personalizáveis conforme a necessidade de cada cliente, buscando sempre aprimorar os processos e promover melhorias de desempenho e competitividade logística”, afirma Rodrigo Cabreira, consultor técnico operacional da Windlog, empresa especialista em logística.

Entre as diversas atividades que englobam a assessoria de processos estão assuntos domésticos, como o auxílio com pedidos de compra, análise e aprovação de documentos e o controle logístico interno, até o agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro, como cotação internacional, coordenação de embarques e liberação aduaneira.

“Somos um braço de apoio operacional aos nossos clientes. O cliente passa a exercer função gerencial dos processos deixando a parte operacional e de análise a cargo da Windlog junto aos departamentos internos. Nossa equipe especializada possui a expertise de analisar e apontar as melhores estratégias na importação e exportação, gerando ganho técnico e financeiro aos nossos parceiros”, explica Cabreira.

Fonte: Ministério da Economia

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Envio de cargas por modal aéreo bate recorde

Conteúdo publicado no site: Mundo do Marketing

Quando o assunto é transporte de carga entre países, o modal marítimo é o primeiro que vem  à mente. Mas, nos últimos anos, o transporte aéreo é o que vem  ganhando destaque.

Enquanto o setor aéreo brasileiro nos mercados doméstico e internacional registraram em 2021 uma queda de 43,5% em relação a 2019 (nível pré-pandemia) o mercado de cargas registrou crescimento.

O volume de carga e correio pago registrou alta de  quase 17% em relação a 2019, atingindo cerca de 968 mil toneladas no ano transportadas para o mercado internacional. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Essa tendência reflete, em parte, as dificuldades que o transporte marítimo sofreu na pandemia. “Para o continente americano, a falta de containers e o consequente aumento do frete marítimo fez com que os exportadores procurassem o modal aéreo, apesar das limitações de espaço das aeronaves”, afirma o Diretor Operacional de Exportação da Windlog, Gregorio Gheorghiu.

A migração do navio para o avião teve outros fatores importantes que influenciaram a mudança, como o aumento das vendas de e-commerce e também o transporte de medicamentos vindos de outros países.  “Rapidez, agilidade, tempo de trânsito, transporte interno entre aeroportos e custos aeroportuários mais baixos que os portuários  são os principais benefícios que o transporte aéreo proporciona hoje no setor logístico” explica Gregório.

Gregorio Gheorghiu
Diretor Operacional de Exportação

Experiência consolidada

Contar com uma equipe especializada em operações logísticas, como no caso de exportações, é essencial para ter agilidade e segurança para transportar cargas aéreas. Esse é o caso da Windlog, que está presente nos cinco continentes e oferece soluções também nos modais marítimo e rodoviário. “Temos um excelente relacionamento com todas as companhias aéreas, buscando sempre a melhor rota com preços competitivos, oferecendo o que há de melhor no mercado”, conclui Gheorghiu.

Fonte: ANAC

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Na logística os imprevistos são previstos

Se existe uma coisa previsível nos imprevistos é que eles acontecem. Mas o grande problema da questão é não estar preparado para eles, isso em qualquer setor ou vida pessoal. E na logística isso não é diferente, essas surpresas desagradáveis podem por todo um trabalho em risco.

E quando se trata de transporte de carga, seja importação ou exportação, vários problemas podem acontecer, desde o pneu furado de um caminhão transportando óleo diesel, até um navio em apuros durante uma tempestade em alto mar.

Logo, se é possível prever os imprevistos, então é importante estar pronto para quando eles vierem ocorrer. Acompanhe neste post como é fundamental prever riscos no transporte de cargas.

Entenda a relação da logística e os imprevistos

O transporte de qualquer material envolve riscos, seja pela própria carga, que pode ser perigosa, pela maneira transportada ou o modal escolhido. E, infelizmente, acidentes acontecem, mas precisam ser mitigados.

Só para dar um exemplo, nas estradas federais em 2020 foram registrados 63 mil acidentes. Apesar de ter uma redução em relação a 2019, é uma estatística considerável, não é mesmo? Por isso, existe a logística inteligente.

O trabalho da logística, além de pensar em como será o transporte, também visa focar em quais imprevistos podem acontecer no trajeto, seja em uma viagem nacional ou internacional. Tudo para reduzir riscos e acidentes durante o trajeto todo, desde a armazenagem até o desembarque.

Por isso, é importante contratar uma empresa de logística com experiência no mercado e que utiliza recursos tecnológicos e equipamentos de ponta para que o transporte seja feito precisamente e eficiente. 

Imprevistos acontecem, mas na logística tudo é previsto, pensado e mitigado. Confira alguns desses problemas de percurso:

1 - Clima desfavorável 

Seja pelo ar, pelo mar ou nas estradas, o mau tempo sempre é considerado um dos principais problemas. É claro que a previsão do tempo pode ajudar a evitar esses imprevistos, contudo, eles contribuem muito para acidentes nas estradas, revolta no mar e turbulências no céu. 

Quando uma enchente atinge uma cidade, ela impede a circulação de cargas, isso é comum, por exemplo, quando se tem furacões, principalmente nos Estados Unidos, com ventos fortes, impossibilitando qualquer tipo de transporte.

2 - Frota sem manutenção

Este é um dos imprevistos mais fáceis de serem evitados. Até em uma viagem em família, sabemos da importância de fazer a manutenção no veículo antes de pegar estrada. Na logística isso deve ser levado muito a sério.

A empresa deve realizar manutenções periódicas e sempre verificar, caso terceirize o serviço, se a revisão dos veículos que farão a viagem está em dia. Atualmente, a tecnologia ajuda muito neste sentido, com softwares que auxiliam na análise do estado dos veículos, além de programar os reparos básicos e necessários. 

3 - Carga roubada

Só no Brasil, em 2020, foram registrados 14 mil roubos a cargas em estradas e cidades, segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística. A cena, infelizmente, se tornou tão comum que até a imprensa já flagrou caminhões sendo descarregados por ladrões.

Esta é uma situação difícil de prever, mas fácil de evitar. Calcular a rota, evitar pontos de riscos – principalmente à noite, orientar e treinar o condutor, além do rastreamento do caminhão e sistemas antifurto.

4 - Greves e paralisações

As greves no setor de transporte afetam toda e qualquer empresa. A greve dos caminhoneiros em 2018, no Brasil, por exemplo, prejudicou o país em todos os setores, desde o combustível até a entrega de alimentos.

No entanto, apesar de ser um imprevisto, as greves são definidas dias antes de começar ou então existem os rumores da possível paralisação, podendo ser calculado pela logística. O que às vezes não é calculável são o tamanho e a duração da greve.

5 - Extravios e avarias de mercadorias

A logística deve pensar em todos os detalhes para o transporte da carga, inclusive, qual será o trajeto correto dela e o armazenamento em todo o percurso. Isso evita o extravio e também danos na mercadoria.

Crie um plano contra os imprevistos

Antes de tudo, a logística deve estudar qual é o melhor transporte, qual é o tipo de carga a ser transportada — se é perigosa ou não — e calcular os possíveis imprevistos em todo o trajeto. Além disso, contar com uma empresa para gerenciar uma futura crise é fundamental.

Dessa forma, é fundamental a empresa ter um gestor capacitado. Além disso, a logística integrada — que faz a interação entre todos os processos da cadeia de suprimentos — também ajuda no gerenciamento efetivo do transporte, diminuindo o risco de imprevistos, assim como os custos com a operação e a agilidade.

Ainda assim, outro ponto fundamental neste meio é fazer o seguro de tudo que envolve o transporte, como a carga, o veículo e o condutor.

Conte com uma empresa respeitável e experiente 

Os imprevistos podem acontecer e como você viu neste post, eles são muitos e afetam negativamente a logística. Por isso, contar com uma empresa especializada neste serviço faz toda a diferença.

A Windlog é uma companhia qualificada com mais de 40 anos de experiência em logística, atuando em transporte nacional, frete internacional, desembaraço aduaneiro, armazenamento, carga projeto, entre outros. 

Estamos presentes em cinco continentes com uma ampla rede de agentes e  certificados que atestam a excelência das operações

Entre em contato com nossa equipe agora mesmo!

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O impacto da logística no mundo pandêmico

A pandemia da Covid-19 afetou o mundo todo, seja na rotina de uma pessoa em seu trabalho ou na logística de uma grande empresa. O impacto surgiu já no início da crise sanitária, mas deverá continuar por um bom tempo.

As mudanças nestes últimos anos foram enormes e todos tiveram que se adaptar. A pandemia acelerou etapas, principalmente, na questão tecnológica de praticamente tudo, inclusive na logística mundial.

Incertezas do Covid-19 em 2020

Quando a pandemia do coronavírus foi decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), em março de 2020, o mundo foi pego de surpresa. Quais seriam as consequências disso? Como deveríamos proceder a partir de agora?

Isso, como dissemos, gerou incertezas desde ao trabalhador comum até uma empresa de logística que entrega mercadorias para todo o planeta. E esse setor é essencial, não poderia parar mesmo com as restrições.

No começo pandêmico, o grande desafio era entender como cumprir demandas em ambientes com restrição de circulação de pessoas e o isolamento social. Por isso, foi preciso reaver toda a dinâmica do setor, além de rever processos internos e externos. 

Avanço da pandemia e fronteiras fechadas 

O que até então parecia apenas um detalhe de restrição de pessoas, começou a se intensificar com o avanço da pandemia. Com o coronavírus avançando pelo mundo, as autoridades tiveram que adotar medidas mais severas, como barreiras sanitárias e fronteiras fechadas. 

Com isso, os armazéns e portos ficaram lotados de mercadorias, já que as empresas não conseguiam dar fluxo aos produtos. O fechamento das fronteiras foi uma tática adotada por muitos países ao tentar frear o avanço da doença, mesmo que isso afetasse a economia por um período. 

Setor logístico x Covid-19 

Você provavelmente já viu aquelas imagens de quando tem furacões nos Estados Unidos e os supermercados ficam vazios de mercadorias. Isso acontece, geralmente, por dois motivos: grande procura por produtos e a falta de logística de reposição. 

Para que isso não acontecesse durante a pandemia em muitos países, como aqui no Brasil, empresas investiram em eficiência logística e na logística integrada, reduzindo custos e melhorando consideravelmente a rapidez de todo o processo produtivo e logístico, mas sem perder a qualidade de toda a cadeia. 

Por isso, as empresas de logística tiveram que investir em tecnologia e no treinamento das equipes para absorver a demanda – mesmo com todos os obstáculos. A logística permitiu na pandemia que continuássemos comprando, consumindo, produzindo e trabalhando, sem entrar em colapso. 

O mundo parou, a logística não! 

Ao contrário de muitos setores, que tiveram de parar devido à pandemia da Covid-19, a logística não parou, muito pelo contrário. Com o isolamento social, nunca foi tão essencial a entrega de mercadorias, seja em um simples delivery ou até com grandes cargas. Quer ver um exemplo?

Falando um pouco sobre o mercado interno, o e-commerce brasileiro cresceu 41% no ano passado, faturando R$87,4 bilhões. Aliás, esse foi o melhor desempenho desde 2007, justificado pela pandemia. Esses dados são de uma pesquisa Webshoppers. 

E não parou por aí, em 2021 também houve um crescimento expressivo nas vendas digitais, com R$54 bilhões em vendas apenas no primeiro semestre. Isso serve para ilustrar que, pelo isolamento social, os consumidores optaram pelos meios digitais para continuar comprando, sem se expor ao vírus. 

Em relação ao mercado externo, outras questões fizeram a economia aquecer nos últimos semestres e a logística esteve por trás para dar todo o suporte. A exportação de produtos brasileiros para a China, por exemplo, teve um crescimento de 12% no ano passado, em relação a 2019. 

O papel primordial da logística no Brasil

A pandemia também escancarou a importância de outra categoria de logística, que passa muitas vezes despercebida, mas é vital para todos: a hospitalar. Com o aumento na procura por insumos, uma logística eficiente fez e ainda faz toda a diferença.

A logística progrediu sendo aperfeiçoada para cumprir um papel primordial na saúde pública, a de transportar e distribuir medicamentos, materiais hospitalares e as vacinas contra o novo coronavírus. Todo o transporte dos imunizantes precisou ser bem pensando, pois, qualquer falha poderia colocar em risco a saúde de milhões de brasileiros.

A Windlog teve um papel fundamental no abastecimento de insumos para o Brasil, com ao menos 4 chartes de testes de Covid-19 e 6 milhões de máscaras para o combate Coronavírus no charter modelo Antonov-124, considerado o segundo maior avião do mundo que é de origem ucraniana, pousou no aeroporto de Brasília, onde a distribuição foi feita para o Brasil.

As lições do mundo pandêmico para logística mundial 

Agora, com tudo voltando aos eixos com a vacinação bem encaminhada, o mundo retoma a sua nova normalidade e, mais uma vez, a logística mundial será essencial. O gargalo da vez é a crise dos containers. A retomada da economia foi mais intensa do que o translado de mercadorias e, por isso, faltam contêineres para o transporte. 

Mas, fora esse problema pontual, a pandemia deixou lições para a logística mundial, que deve apostar cada vez mais em tecnologia e eficiência para entregar tudo mais rápido e com o menor custo. Com isso, a logística integrada ganha cada vez mais espaço

Novas soluções para um novo mundo 

Acima de tudo, contar com uma empresa de logística que conhece o mercado e compreender os novos cenários é fundamental para quem busca competitividade. O mundo muda constantemente e a logística deve acompanhar esses movimentos se reinventando.

A Windlog possui mais de 40 anos de experiência e oferece soluções ágeis, completas e seguras para o comércio interno e exterior. Temos o selo OEA (Operador Econômico Autorizado), que confere à empresa o reconhecimento como um operador confiável. Então, se precisar de logística para a sua empresa, entre em contato conosco! 

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Setor de Transportes segue em crescimento

Conteúdo publicado no site: Mundo do Marketing

O setor de transportes no Brasil segue em crescimento, apesar da economia seguir a passos lentos. O Produto Interno Bruto (PIB) de Transporte cresceu 1,2% em relação ao segundo trimestre de 2021 e aumentou 13,1% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. 

Os dados fazem parte do Radar CNT do Transporte divulgado pela Confederação Nacional do Transporte no último mês de dezembro a partir de indicadores publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse desempenho está acima do registrado pela economia brasileira, que sofreu uma redução de 0,1%, no terceiro trimestre de 2021.

“Houve  aumento  de  Importações  e Exportações no período da pandemia. Tivemos  um aumento significativo  em embarques  aéreos com insumos para  a indústria farmacêutica  e  empresas que trabalham com produtos para testes, máscaras e outros  itens. No marítimo, houve aumento  de embarques, com problemas de espaço e grande volume de cargas, bem como o alto custo de fretes da China e outros países”, afirma o CEO da Windlog, Klaus Steinhoff, empresa especialista em logística.

Por outro lado, a balança comercial brasileira fechou 2021 com superávit de US$ 61 bilhões, que representa um crescimento de 21,1% em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia no último dia 3 de janeiro. O saldo positivo é resultado de US$ 280,4 bilhões em exportações e US$ 219,4 bilhões em importações.

O crescimento econômico tende a refletir primeiramente no setor de Transportes, pois é por onde transita a produção interna e as cargas importadas e exportadas. A expectativa é uma tendência de aumento ainda maior. “Se não há uma boa Infraestrutura Logística,  a  economia  não cresce. Por isso, os constantes investimentos  do governo  em estradas, renovação de portos e, futuramente,  a privatização  das  estradas de ferro irá  trazer o Agrobusiness para os portos  a um custo  mais competitivo, explica Steinhoff.

Logística de alto nível

Klaus Steinhoff
CEO da Windlog

A Windlog é referência no mercado em soluções logísticas completas e integradas, atuando nos modais Aéreo, Marítimo e Rodoviário, além de possui a certificação OEA (Operador Econômico Autorizado) que a conformidade de parâmetros do comércio exterior.

 “Nós  estamos  sempre nos  adequando  as rápidas mudanças em relação  a  número de embarque e investimos na qualificação de nossos colaboradores. Somos um time que trabalha há mais de 20 anos atendendo clientes importadores, exportadores  e também  atuando  forte na área  de desembaraços   aduaneiros”, afirma Steinhoff. Para saber mais sobre as opções oferecidas pela Windlog, clique aqui e conheça agora mesmo.

Fonte: CNT e Ministério da Economia

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Commercial‌ ‌invoice:‌ ‌o‌ ‌que‌ ‌é‌ ‌e‌ ‌para‌ ‌que‌ ‌serve?‌ ‌

Em um processo de importação ou exportação, um dos documentos mais importantes é o commercial invoice ou também conhecido como fatura comercial, não apenas para produtos, mas também para serviços prestados no exterior.

Não possuir esse certificado em mãos pode ocasionar vários problemas na tramitação do negócio, como multas e até problemas judiciais. Recentemente, esse assunto ganhou pauta nos noticiários devido à CPI da Pandemia no Senado. 

Por isso, se a sua empresa presta serviços ou exporta e importa algo, acompanhe neste blogpost a importância de conhecer o que é a fatura comercial e entender a fundo para que serve este documento.

O que é comercial invoice? 

Comercial invoice é o termo em inglês e equivale no Brasil como a fatura comercial, portanto, esse documento funciona como uma nota fiscal no âmbito internacional. Essa fatura é muito importante, porque servirá para o desembaraço alfandegário da mercadoria, tanto no país de origem da carga, como no país destinatário.  

A fatura comercial traz todas as condições de negociação entre o exportador e o importador, com isso, a autoridade alfandegária terá todas as informações em mãos sobre a transação e a mercadoria para avaliar o caso. Vale ressaltar que ela é um documento de natureza contratual — firmado entre duas partes. 

Para que serve?

Assim como uma transação nacional, por exemplo, quando você compra uma televisão e vem a nota fiscal do produto, com o comércio exterior funciona da mesma maneira, consequentemente, ela serve para representar a operação comercial realizada e formalizar toda a transferência de propriedade dessa mercadoria. 

A comercial invoice não segue um modelo oficial, portanto, o exportador pode fazer em um formulário próprio, mas deve conter uma série de informações importantes, como veremos mais à frente, deve ser preenchida conforme a regulamentação do país. 

Qual a importância da fatura comercial?

Como dissemos, o invoice é importante porque tem a função de formalizar a operação comercial no exterior. Um erro neste documento pode colocar toda a transação em risco, além de gerar multa por parte da Receita Federal e processo judicial. 

Esta fatura funciona como um check-list de toda a negociação. A Receita Federal exige que a Declaração de Importação (DI) deve conter a via original da commercial invoice, assinada pelo exportador ou seu representante legal. 

Se o importador descumprir a obrigação de apresentar a fatura na alfândega, em casos em que é exigida, será aplicada uma multa. O valor é estipulado em uma base de cálculo conforme critérios definidos, mas poderá ser de 5% do valor aduaneiro da mercadoria ou a 100% sobre a diferença do preço declarado e do efetivamente praticado.

O que deve conter? 

O importante nesse documento é que não haja nenhum erro e, principalmente, não falte nenhuma informação exigida pelas autoridades aduaneiras. Por isso, confira abaixo o que deve constar na fatura comercial:

  • Nome e endereço do exportador;
  • Nome e endereço do importador;
  • Especificação das mercadorias em português ou idioma oficial;
  • Marca e numeração de referência da quantidade;
  • Peso bruto dos volumes;
  • Peso líquido dos volumes;
  • País de origem (seja onde for produzido ou a última transação substancial);
  • País de aquisição;
  • País de procedência;
  • Preço unitário e total de cada mercadoria;
  • Frete e demais despesas;
  • Termo de condição de venda (INCOTERM).

Como e a quem solicitar a fatura? 

A fatura comercial é sempre emitida pelo próprio exportador. Assim como em uma loja, quando você compra uma mercadoria, quem emite a nota fiscal é a empresa que está vendendo o material. 

Vale ressaltar que, na fatura, deve estar contida toda a especificação das mercadorias, no caso do Brasil, em português, ou em um idioma oficial do Acordo Geral Sobre Tarifas e Comércio, que - no caso - pode ser em inglês, francês ou espanhol. 

Para situações de importação, se estiver em outro idioma, deve vir acompanhada de tradução em língua portuguesa, a critério da autoridade aduaneira. 

A Receita Federal do Brasil ainda pode dispor sobre algumas especificações da fatura comercial, como em casos de não exigência, dispensa da apresentação para fins de desembaraço aduaneiro, quantidade de vias que deverão ser emitidas, formas de assinaturas (mecânica ou eletrônica), dentre outras regulamentações. 

Diferença entre Fatura Comercial e a Fatura Pro Forma 

No comércio exterior, existem dois tipos de fatura, que podem acabar confundindo tanto o importador como o exportador, visto que existem diferenças entre elas, no caso: a fatura comercial e a fatura Pro Forma. 

A fatura comercial, como dissemos, é o documento oficial e, mais do que isso, o certificado final de toda a operação efetuada entre ambas partes, exigido pela Receita Federal para realizar o despacho aduaneiro. Já a fatura Pro Forma seria como uma etapa antes, o documento inicial da negociação.

A fatura Pro Forma, em inglês conhecida como Pro Forma Invoice, indica todos os detalhes negociados e sendo firmados naquela operação. Esse documento é importante para alguns aspectos como o fechamento do câmbio no dia do acordo e por trazer todos os detalhes da compra, mas não tem valor legal ou jurídico. É uma espécie de orçamento ou proposta de negociação.

A Fatura Pro Forma traz várias informações e instruções para a elaboração do com comercial a invoice, além de dados necessários para emitir uma carta de crédito, caso seja necessária. Ela também é usada para gerar a Licença de Importação Prévia, o que já habilita o fechamento do câmbio da compra. 

Contrate uma empresa com Experiência

Você viu neste texto que o comercial invoice ou fatura comercial é um dos documentos mais importantes na transação internacional de produtos ou serviços e que um erro ou falta de informação podem colocar toda a operação em risco, gerando multas e processos. 

Por isso, é importante contar com os serviços de uma empresa com experiência e know how no mercado global, como a Windlog

Estamos presentes em cinco continentes e com uma ampla rede de agentes, garantido agilidade e eficiência em toda a operação. Caso precise importar ou exportar algo, entre em contato com nossos consultores e conte com a logística e desembaraço aduaneiro da Windlog

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