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O impacto da logística no mundo pandêmico

A pandemia da Covid-19 afetou o mundo todo, seja na rotina de uma pessoa em seu trabalho ou na logística de uma grande empresa. O impacto surgiu já no início da crise sanitária, mas deverá continuar por um bom tempo.

As mudanças nestes últimos anos foram enormes e todos tiveram que se adaptar. A pandemia acelerou etapas, principalmente, na questão tecnológica de praticamente tudo, inclusive na logística mundial.

Incertezas do Covid-19 em 2020

Quando a pandemia do coronavírus foi decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), em março de 2020, o mundo foi pego de surpresa. Quais seriam as consequências disso? Como deveríamos proceder a partir de agora?

Isso, como dissemos, gerou incertezas desde ao trabalhador comum até uma empresa de logística que entrega mercadorias para todo o planeta. E esse setor é essencial, não poderia parar mesmo com as restrições.

No começo pandêmico, o grande desafio era entender como cumprir demandas em ambientes com restrição de circulação de pessoas e o isolamento social. Por isso, foi preciso reaver toda a dinâmica do setor, além de rever processos internos e externos. 

Avanço da pandemia e fronteiras fechadas 

O que até então parecia apenas um detalhe de restrição de pessoas, começou a se intensificar com o avanço da pandemia. Com o coronavírus avançando pelo mundo, as autoridades tiveram que adotar medidas mais severas, como barreiras sanitárias e fronteiras fechadas. 

Com isso, os armazéns e portos ficaram lotados de mercadorias, já que as empresas não conseguiam dar fluxo aos produtos. O fechamento das fronteiras foi uma tática adotada por muitos países ao tentar frear o avanço da doença, mesmo que isso afetasse a economia por um período. 

Setor logístico x Covid-19 

Você provavelmente já viu aquelas imagens de quando tem furacões nos Estados Unidos e os supermercados ficam vazios de mercadorias. Isso acontece, geralmente, por dois motivos: grande procura por produtos e a falta de logística de reposição. 

Para que isso não acontecesse durante a pandemia em muitos países, como aqui no Brasil, empresas investiram em eficiência logística e na logística integrada, reduzindo custos e melhorando consideravelmente a rapidez de todo o processo produtivo e logístico, mas sem perder a qualidade de toda a cadeia. 

Por isso, as empresas de logística tiveram que investir em tecnologia e no treinamento das equipes para absorver a demanda – mesmo com todos os obstáculos. A logística permitiu na pandemia que continuássemos comprando, consumindo, produzindo e trabalhando, sem entrar em colapso. 

O mundo parou, a logística não! 

Ao contrário de muitos setores, que tiveram de parar devido à pandemia da Covid-19, a logística não parou, muito pelo contrário. Com o isolamento social, nunca foi tão essencial a entrega de mercadorias, seja em um simples delivery ou até com grandes cargas. Quer ver um exemplo?

Falando um pouco sobre o mercado interno, o e-commerce brasileiro cresceu 41% no ano passado, faturando R$87,4 bilhões. Aliás, esse foi o melhor desempenho desde 2007, justificado pela pandemia. Esses dados são de uma pesquisa Webshoppers. 

E não parou por aí, em 2021 também houve um crescimento expressivo nas vendas digitais, com R$54 bilhões em vendas apenas no primeiro semestre. Isso serve para ilustrar que, pelo isolamento social, os consumidores optaram pelos meios digitais para continuar comprando, sem se expor ao vírus. 

Em relação ao mercado externo, outras questões fizeram a economia aquecer nos últimos semestres e a logística esteve por trás para dar todo o suporte. A exportação de produtos brasileiros para a China, por exemplo, teve um crescimento de 12% no ano passado, em relação a 2019. 

O papel primordial da logística no Brasil

A pandemia também escancarou a importância de outra categoria de logística, que passa muitas vezes despercebida, mas é vital para todos: a hospitalar. Com o aumento na procura por insumos, uma logística eficiente fez e ainda faz toda a diferença.

A logística progrediu sendo aperfeiçoada para cumprir um papel primordial na saúde pública, a de transportar e distribuir medicamentos, materiais hospitalares e as vacinas contra o novo coronavírus. Todo o transporte dos imunizantes precisou ser bem pensando, pois, qualquer falha poderia colocar em risco a saúde de milhões de brasileiros.

A Windlog teve um papel fundamental no abastecimento de insumos para o Brasil, com ao menos 4 chartes de testes de Covid-19 e 6 milhões de máscaras para o combate Coronavírus no charter modelo Antonov-124, considerado o segundo maior avião do mundo que é de origem ucraniana, pousou no aeroporto de Brasília, onde a distribuição foi feita para o Brasil.

As lições do mundo pandêmico para logística mundial 

Agora, com tudo voltando aos eixos com a vacinação bem encaminhada, o mundo retoma a sua nova normalidade e, mais uma vez, a logística mundial será essencial. O gargalo da vez é a crise dos containers. A retomada da economia foi mais intensa do que o translado de mercadorias e, por isso, faltam contêineres para o transporte. 

Mas, fora esse problema pontual, a pandemia deixou lições para a logística mundial, que deve apostar cada vez mais em tecnologia e eficiência para entregar tudo mais rápido e com o menor custo. Com isso, a logística integrada ganha cada vez mais espaço

Novas soluções para um novo mundo 

Acima de tudo, contar com uma empresa de logística que conhece o mercado e compreender os novos cenários é fundamental para quem busca competitividade. O mundo muda constantemente e a logística deve acompanhar esses movimentos se reinventando.

A Windlog possui mais de 40 anos de experiência e oferece soluções ágeis, completas e seguras para o comércio interno e exterior. Temos o selo OEA (Operador Econômico Autorizado), que confere à empresa o reconhecimento como um operador confiável. Então, se precisar de logística para a sua empresa, entre em contato conosco! 

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Setor de Transportes segue em crescimento

Conteúdo publicado no site: Mundo do Marketing

O setor de transportes no Brasil segue em crescimento, apesar da economia seguir a passos lentos. O Produto Interno Bruto (PIB) de Transporte cresceu 1,2% em relação ao segundo trimestre de 2021 e aumentou 13,1% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. 

Os dados fazem parte do Radar CNT do Transporte divulgado pela Confederação Nacional do Transporte no último mês de dezembro a partir de indicadores publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse desempenho está acima do registrado pela economia brasileira, que sofreu uma redução de 0,1%, no terceiro trimestre de 2021.

“Houve  aumento  de  Importações  e Exportações no período da pandemia. Tivemos  um aumento significativo  em embarques  aéreos com insumos para  a indústria farmacêutica  e  empresas que trabalham com produtos para testes, máscaras e outros  itens. No marítimo, houve aumento  de embarques, com problemas de espaço e grande volume de cargas, bem como o alto custo de fretes da China e outros países”, afirma o CEO da Windlog, Klaus Steinhoff, empresa especialista em logística.

Por outro lado, a balança comercial brasileira fechou 2021 com superávit de US$ 61 bilhões, que representa um crescimento de 21,1% em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia no último dia 3 de janeiro. O saldo positivo é resultado de US$ 280,4 bilhões em exportações e US$ 219,4 bilhões em importações.

O crescimento econômico tende a refletir primeiramente no setor de Transportes, pois é por onde transita a produção interna e as cargas importadas e exportadas. A expectativa é uma tendência de aumento ainda maior. “Se não há uma boa Infraestrutura Logística,  a  economia  não cresce. Por isso, os constantes investimentos  do governo  em estradas, renovação de portos e, futuramente,  a privatização  das  estradas de ferro irá  trazer o Agrobusiness para os portos  a um custo  mais competitivo, explica Steinhoff.

Logística de alto nível

Klaus Steinhoff
CEO da Windlog

A Windlog é referência no mercado em soluções logísticas completas e integradas, atuando nos modais Aéreo, Marítimo e Rodoviário, além de possui a certificação OEA (Operador Econômico Autorizado) que a conformidade de parâmetros do comércio exterior.

 “Nós  estamos  sempre nos  adequando  as rápidas mudanças em relação  a  número de embarque e investimos na qualificação de nossos colaboradores. Somos um time que trabalha há mais de 20 anos atendendo clientes importadores, exportadores  e também  atuando  forte na área  de desembaraços   aduaneiros”, afirma Steinhoff. Para saber mais sobre as opções oferecidas pela Windlog, clique aqui e conheça agora mesmo.

Fonte: CNT e Ministério da Economia

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Commercial‌ ‌invoice:‌ ‌o‌ ‌que‌ ‌é‌ ‌e‌ ‌para‌ ‌que‌ ‌serve?‌ ‌

Em um processo de importação ou exportação, um dos documentos mais importantes é o commercial invoice ou também conhecido como fatura comercial, não apenas para produtos, mas também para serviços prestados no exterior.

Não possuir esse certificado em mãos pode ocasionar vários problemas na tramitação do negócio, como multas e até problemas judiciais. Recentemente, esse assunto ganhou pauta nos noticiários devido à CPI da Pandemia no Senado. 

Por isso, se a sua empresa presta serviços ou exporta e importa algo, acompanhe neste blogpost a importância de conhecer o que é a fatura comercial e entender a fundo para que serve este documento.

O que é comercial invoice? 

Comercial invoice é o termo em inglês e equivale no Brasil como a fatura comercial, portanto, esse documento funciona como uma nota fiscal no âmbito internacional. Essa fatura é muito importante, porque servirá para o desembaraço alfandegário da mercadoria, tanto no país de origem da carga, como no país destinatário.  

A fatura comercial traz todas as condições de negociação entre o exportador e o importador, com isso, a autoridade alfandegária terá todas as informações em mãos sobre a transação e a mercadoria para avaliar o caso. Vale ressaltar que ela é um documento de natureza contratual — firmado entre duas partes. 

Para que serve?

Assim como uma transação nacional, por exemplo, quando você compra uma televisão e vem a nota fiscal do produto, com o comércio exterior funciona da mesma maneira, consequentemente, ela serve para representar a operação comercial realizada e formalizar toda a transferência de propriedade dessa mercadoria. 

A comercial invoice não segue um modelo oficial, portanto, o exportador pode fazer em um formulário próprio, mas deve conter uma série de informações importantes, como veremos mais à frente, deve ser preenchida conforme a regulamentação do país. 

Qual a importância da fatura comercial?

Como dissemos, o invoice é importante porque tem a função de formalizar a operação comercial no exterior. Um erro neste documento pode colocar toda a transação em risco, além de gerar multa por parte da Receita Federal e processo judicial. 

Esta fatura funciona como um check-list de toda a negociação. A Receita Federal exige que a Declaração de Importação (DI) deve conter a via original da commercial invoice, assinada pelo exportador ou seu representante legal. 

Se o importador descumprir a obrigação de apresentar a fatura na alfândega, em casos em que é exigida, será aplicada uma multa. O valor é estipulado em uma base de cálculo conforme critérios definidos, mas poderá ser de 5% do valor aduaneiro da mercadoria ou a 100% sobre a diferença do preço declarado e do efetivamente praticado.

O que deve conter? 

O importante nesse documento é que não haja nenhum erro e, principalmente, não falte nenhuma informação exigida pelas autoridades aduaneiras. Por isso, confira abaixo o que deve constar na fatura comercial:

  • Nome e endereço do exportador;
  • Nome e endereço do importador;
  • Especificação das mercadorias em português ou idioma oficial;
  • Marca e numeração de referência da quantidade;
  • Peso bruto dos volumes;
  • Peso líquido dos volumes;
  • País de origem (seja onde for produzido ou a última transação substancial);
  • País de aquisição;
  • País de procedência;
  • Preço unitário e total de cada mercadoria;
  • Frete e demais despesas;
  • Termo de condição de venda (INCOTERM).

Como e a quem solicitar a fatura? 

A fatura comercial é sempre emitida pelo próprio exportador. Assim como em uma loja, quando você compra uma mercadoria, quem emite a nota fiscal é a empresa que está vendendo o material. 

Vale ressaltar que, na fatura, deve estar contida toda a especificação das mercadorias, no caso do Brasil, em português, ou em um idioma oficial do Acordo Geral Sobre Tarifas e Comércio, que - no caso - pode ser em inglês, francês ou espanhol. 

Para situações de importação, se estiver em outro idioma, deve vir acompanhada de tradução em língua portuguesa, a critério da autoridade aduaneira. 

A Receita Federal do Brasil ainda pode dispor sobre algumas especificações da fatura comercial, como em casos de não exigência, dispensa da apresentação para fins de desembaraço aduaneiro, quantidade de vias que deverão ser emitidas, formas de assinaturas (mecânica ou eletrônica), dentre outras regulamentações. 

Diferença entre Fatura Comercial e a Fatura Pro Forma 

No comércio exterior, existem dois tipos de fatura, que podem acabar confundindo tanto o importador como o exportador, visto que existem diferenças entre elas, no caso: a fatura comercial e a fatura Pro Forma. 

A fatura comercial, como dissemos, é o documento oficial e, mais do que isso, o certificado final de toda a operação efetuada entre ambas partes, exigido pela Receita Federal para realizar o despacho aduaneiro. Já a fatura Pro Forma seria como uma etapa antes, o documento inicial da negociação.

A fatura Pro Forma, em inglês conhecida como Pro Forma Invoice, indica todos os detalhes negociados e sendo firmados naquela operação. Esse documento é importante para alguns aspectos como o fechamento do câmbio no dia do acordo e por trazer todos os detalhes da compra, mas não tem valor legal ou jurídico. É uma espécie de orçamento ou proposta de negociação.

A Fatura Pro Forma traz várias informações e instruções para a elaboração do com comercial a invoice, além de dados necessários para emitir uma carta de crédito, caso seja necessária. Ela também é usada para gerar a Licença de Importação Prévia, o que já habilita o fechamento do câmbio da compra. 

Contrate uma empresa com Experiência

Você viu neste texto que o comercial invoice ou fatura comercial é um dos documentos mais importantes na transação internacional de produtos ou serviços e que um erro ou falta de informação podem colocar toda a operação em risco, gerando multas e processos. 

Por isso, é importante contar com os serviços de uma empresa com experiência e know how no mercado global, como a Windlog

Estamos presentes em cinco continentes e com uma ampla rede de agentes, garantido agilidade e eficiência em toda a operação. Caso precise importar ou exportar algo, entre em contato com nossos consultores e conte com a logística e desembaraço aduaneiro da Windlog

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